Responde me a essas 4 perguntas, pesquisando na do...

Создано: 14 сентября 2026 г.

Отвечено с использованием GPT-5.6 Thinking от Chat01

Вопрос

Responde me a essas 4 perguntas, pesquisando na documentacao.

  1. Como se cria uma ligação thin client em 3.1 (15 min)
    Isto responde à pergunta "o que substitui IgniteSpringBean + IgniteConfiguration + 10 SPIs?"
    Procura: "Ignite 3.1 thin client Java example"
    ou: https://ignite.apache.org/docs/3.1/develop/thin-client

Vais descobrir algo como:
ClientConnectorAddress addr = new ClientConnectorAddress("host", 10800);
IgniteClient client = Ignition.startClient(addr);
// ou:
IgniteClient client = Ignition.startClient(addr, clientConfig);
Isto é o "novo IgniteConfig.java". Provavelmente 5-10 linhas em vez de 291.
2. O que um thin client PODE fazer em 3.1 (30 min)
Isto determina o que é "REMOVER" vs. "TROCA DIRECTA" vs. "REIMAGINE".
Procura na docs: "Ignite 3.1 thin client capabilities"

Perguntas concretas:

  • client.cache("FX_RATE") → existe?
  • client.cache("FX_RATE").lock(key) → existe?
  • client.compute().call(...) → existe?
  • client.events() → existe?
  • client.services() → existe?
  • client.semaphore() → existe?
  • client.cluster().nodes() → existe?
  • client.getOrCreateCache(...) → existe?
    Cada "não" = 1 linha na tua tabela com categoria "REMOVER" ou "REIMAGINE".
  1. Existe ignite-spring para 3.1? (10 min)
    Procura: "ignite-spring 3.1" ou "ignite 3.1 spring cache"

Se existe → JsonCacheProxyManager pode ser "TROCA DIRECTA"
Se não existe → tens de implementar o bridge Spring Cache ↔ IgniteClient tu próprio → "REIMAGINE"
5. O que é que @QuerySqlField virou? (5 min)
Procura: "ignite 3.1 QuerySqlField" ou "ignite 3.1 SQL annotations"

Provavelmente: org.apache.ignite.lang.query.annotations.QuerySqlField
ou: desapareceu (SQL queries funcionam de forma diferente)

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Мысль

O resultado para Spring também é mais específico do que “existe/não existe”: há integração Spring Boot oficial para criar/injetar o IgniteClient 3.1, mas não há o antigo bridge Spring Cache (SpringCacheManager/IgniteClientSpringCacheManager) para Ignite 3.1. Além disso, o artefacto ignite-spring-data-ext:3.1.0 é enganador neste contexto: o próprio POM depende de Ignite 2.17.0, não Ignite 3.1.

Worked for 1m 38s

Ответ

Pesquisei a documentação/Javadocs do Apache Ignite 3.1.0. Há algumas diferenças importantes em relação às hipóteses iniciais: Ignite 3 mudou bastante o modelo — deixou de ser centrado em IgniteCache e passou a ser centrado em tables + SQL + transactions + compute.

1. Como se cria uma ligação thin client em Ignite 3.1?

Em Ignite 3.1 não é:

java
ClientConnectorAddress addr = ... Ignition.startClient(...)

Isso é o modelo do Ignite 2.x.

Em 3.1, a dependência é:

xml
<dependency> <groupId>org.apache.ignite</groupId> <artifactId>ignite-client</artifactId> <version>3.1.0</version> </dependency>

E a ligação é:

java
import org.apache.ignite.client.IgniteClient; IgniteClient client = IgniteClient.builder() .addresses("host:10800") .build();

Ou, de preferência:

java
try (IgniteClient client = IgniteClient.builder() .addresses( "ignite-1:10800", "ignite-2:10800", "ignite-3:10800") .build()) { // ... }

É exatamente o exemplo oficial. Em Ignite 3 todos os clientes externos são “thin”: não entram na topologia, não armazenam dados e não executam jobs localmente. (Apache Ignite)

Portanto, sim: o teu IgniteConfig.java de 291 linhas provavelmente desaparece quase todo. Os antigos IgniteConfiguration, discovery SPI, communication SPI, collision SPI, etc. eram configuração de um nó Ignite embebido. Um cliente 3.1 limita-se essencialmente à configuração da ligação:

java
@Bean(destroyMethod = "close") public IgniteClient igniteClient() { return IgniteClient.builder() .addresses("ignite-1:10800", "ignite-2:10800") .connectTimeout(5_000) .operationTimeout(3_000) .build(); }

O builder suporta, entre outras coisas, timeout de ligação, heartbeat, operation timeout, reconnect e retry policy. (Apache Ignite)

Classificação: IgniteSpringBean + IgniteConfiguration + SPIs → TROCA DIRECTA, mas por um objeto muito mais simples: IgniteClient.


2. O que um thin client pode fazer em 3.1?

Este é o ponto que mais muda a migração.

O interface público Ignite em 3.1 expõe essencialmente:

text
catalog() cluster() compute() sql() tables() transactions()

E IgniteClient extends Ignite. Não aparecem cache(), services(), events(), semaphore() etc. (Apache Ignite)

A tua matriz fica assim:

Código/conceito 2.xIgnite 3.1CategoriaSubstituição
client.cache("FX_RATE")❌ não existeREIMAGINEclient.tables().table("FX_RATE") + KeyValueView/RecordView
cache.lock(key)❌ não existeREIMAGINEtransaction locking
client.compute().call(...)⚠️ API mudouTROCA DIRECTAclient.compute().execute(...)
client.events()❌ não existeREIMAGINEevent channels/sinks; atualmente log sink
client.services()❌ não existeREIMAGINEnormalmente Compute / serviço externo
client.semaphore()❌ não existeREIMAGINEcoordenação via outro mecanismo ou tabela+transação
client.cluster().nodes()✅ existeTROCA DIRECTApraticamente igual
client.getOrCreateCache(...)❌ cache API desapareceuREIMAGINEcatalog().createTable(...) / CREATE TABLE IF NOT EXISTS

client.cache("FX_RATE")

Não existe cache() em Ignite 3. O equivalente conceptual passa a ser uma table.

Por exemplo:

java
Table table = client.tables().table("FX_RATE"); KeyValueView<String, FxRate> rates = table.keyValueView(String.class, FxRate.class); FxRate rate = rates.get(null, "EUR/USD");

Ou com tuples:

java
KeyValueView<Tuple, Tuple> rates = client.tables() .table("FX_RATE") .keyValueView();

O próprio guia explica KeyValueView como uma visão dictionary/key-value sobre uma table. (Apache Ignite)

Portanto, uma chamada do género:

java
ignite.cache("FX_RATE").get(key);

vira aproximadamente:

java
ignite.tables() .table("FX_RATE") .keyValueView(Key.class, FxRate.class) .get(null, key);

Não é uma simples renomeação de classe porque cache → table é uma mudança de modelo. Eu marcaria REIMAGINE, mesmo que muitos DAOs acabem por ter uma tradução bastante mecânica.


client.cache("FX_RATE").lock(key)

Não existe API de lock explícito equivalente.

Mas Ignite 3 tem locking transacional. A documentação diz que todas as transações read-write adquirem locks no primeiro acesso de leitura/escrita e mantêm-nos até commit() ou rollback(). As read-write transactions são SERIALIZABLE. (Apache Ignite)

Assim, se o código antigo era:

java
Lock lock = cache.lock(key); lock.lock(); try { FxRate rate = cache.get(key); ... cache.put(key, rate); } finally { lock.unlock(); }

o desenho 3.1 seria aproximadamente:

java
client.transactions().runInTransaction(tx -> { FxRate rate = rates.get(tx, key); // altera rate rates.put(tx, key, rate); });

A primeira operação dentro da read-write transaction adquire os locks relevantes, e estes ficam presos à transação. (Apache Ignite)

A diferença fundamental é:

text
Ignite 2: explicit distributed Lock independente da transação Ignite 3: locking como parte da transaction

Logo: REIMAGINE.

Se o lock() atual for usado apenas para proteger um get → modify → put, a migração é relativamente limpa. Se estiver a ser usado como um mutex distribuído genérico para proteger código que não tem nada a ver com dados Ignite, então é uma mudança arquitetural maior.


client.compute().call(...)

Compute existe no thin client 3.1, mas a API é diferente.

Agora é baseada em JobTarget + JobDescriptor:

java
String result = client.compute().execute( JobTarget.anyNode(client.cluster().nodes()), JobDescriptor.builder(MyJob.class) .resultClass(String.class) .build(), argument );

execute(), executeAsync(), submitAsync(), execução colocada com dados e MapReduce. (Apache Ignite)

Um detalhe importante: código enviado por um thin client tem de estar disponível/deployed nos nós onde vai executar; o Ignite 3 tem deployment units para esse efeito. (Apache Ignite)

Eu classificaria:

compute().call() → TROCA DIRECTA, mas com adaptação significativa de API:

text
call(...) compute().execute(JobTarget, JobDescriptor, arg)

client.events()

Não existe.

Ignite 3 tem Events, mas não é o antigo IgniteEvents programático. Os eventos são configurados cluster-wide através de event channels e enviados para sinks.

Na versão 3.1 a documentação diz explicitamente que o único sink disponível é log. (Apache Ignite)

Exemplo administrativo:

text
cluster config update \ ignite.eventlog.channels.exampleChannel.events=["USER_AUTHENTICATION_SUCCESS"]

Portanto:

java
client.events().remoteListen(...)

não tem substituição direta.

Classificação: REIMAGINE.

Se o código atual usa eventos para lógica de negócio, é especialmente importante inventariá-lo; se usa apenas para audit/monitoring/logging, provavelmente pode ser eliminado da aplicação e transferido para a configuração/observabilidade do cluster.


client.services()

Não existe services() na API pública do Ignite 3.1.

O Ignite 3.1 só apresenta catalog, cluster, compute, sql, tables e transactions. (Apache Ignite)

O antigo Ignite 2 tinha IgniteServices e client.services().serviceProxy(...); isso continua documentado apenas na documentação 2.x. (Apache Ignite)

Se o serviço era essencialmente:

text
cliente serviceProxy("PricingService") executar Java no cluster

o candidato natural em 3 é Compute:

text
cliente compute.execute(...) job deployed no cluster

Mas não é semanticamente equivalente a coisas como cluster singleton/service lifecycle.

Portanto: REIMAGINE.


client.semaphore()

Também não existe no API público 3.1.

Os distributed data structures de Ignite 2 (IgniteSemaphore, locks, atomic longs, queues, etc.) não aparecem no novo Ignite API. O Javadoc 3.1 deixa isso bastante evidente pelo conjunto muito pequeno de facades públicas. (Apache Ignite)

Portanto:

java
ignite.semaphore(...)

REIMAGINE.

Dependendo do uso, poderá ser substituído por:

text
tabela + transaction

se for coordenação fortemente ligada a estado persistido, ou por um mecanismo externo de coordenação se for um semaphore/mutex genérico.


client.cluster().nodes()

Sim. Existe exatamente em 3.1.

java
Collection<ClusterNode> nodes = client.cluster().nodes();

O próprio Javadoc diz que retorna os nós da logical topology. (Apache Ignite)

Aliás, o antigo:

java
ignite.clusterNodes()

está deprecated em 3.1 e o replacement oficial é precisamente:

java
ignite.cluster().nodes()

(Apache Ignite)

TROCA DIRECTA.


client.getOrCreateCache(...)

Não existe porque já não há caches como entidade de API.

Agora crias tables.

Em 3.1 há inclusive uma API nova:

java
client.catalog().createTable(...);

Por exemplo, a própria Javadoc mostra:

java
@Table class Value { String val; } Table table = client.catalog().createTable(Integer.class, Value.class);

que gera conceptualmente:

sql
CREATE TABLE IF NOT EXISTS Value ( id INT, val VARCHAR, PRIMARY KEY (id) );

Também podes usar builders:

java
TableDefinition definition = TableDefinition.builder("FX_RATE") .ifNotExists() // columns... .build(); Table table = client.catalog().createTable(definition);

(Apache Ignite)

Ou simplesmente SQL:

java
client.sql().execute( null, """ CREATE TABLE IF NOT EXISTS FX_RATE ( PAIR VARCHAR PRIMARY KEY, RATE DECIMAL(20, 10) ) """ );

(Apache Ignite)

Logo:

text
getOrCreateCache() CREATE TABLE IF NOT EXISTS ou catalog().createTable(...)

REIMAGINE, porque tens agora um schema explícito.


4. Existe ignite-spring para Ignite 3.1?

Aqui há uma distinção importante.

Spring Boot + IgniteClient: SIM

Ignite 3.1 tem:

xml
<dependency> <groupId>org.apache.ignite</groupId> <artifactId>spring-boot-starter-ignite-client</artifactId> <version>3.1.0</version> </dependency>

(Maven Central)

E disponibiliza oficialmente:

java
IgniteClientAutoConfiguration

que cria um bean IgniteClient. (Apache Ignite)

As propriedades usam o prefixo:

properties
ignite.client...

porque:

java
@ConfigurationProperties(prefix="ignite.client") class IgniteClientProperties

(Apache Ignite)

Portanto, se o problema for apenas:

“Quero que Spring Boot crie/injete o meu IgniteClient

TROCA DIRECTA.


Spring Cache (CacheManager): NÃO para Ignite 3.1

O antigo:

java
SpringCacheManager IgniteClientSpringCacheManager

pertence à integração Ignite 2.x e trabalha sobre IgniteCache/ClientCache. A própria documentação dessa extensão fala em IgniteConfiguration, ignite-core e ignite-spring. (Apache Ignite)

Mais conclusivo: o artefacto:

text
org.apache.ignite:ignite-spring

continua com latest 2.18.0, não 3.1.0. (Maven Central)

E ignite-spring-cache-ext também não é uma implementação Ignite 3.1. (javadoc)

Há ainda uma armadilha:

xml
org.apache.ignite:ignite-spring-data-ext:3.1.0

parece ser “Ignite 3.1”, mas não é. O POM desse artefacto depende de:

xml
<artifactId>ignite-core</artifactId> <version>2.17.0</version>

(Maven Central)

Ou seja, o 3.1.0 aí é a versão da extensão, não “compatível com Apache Ignite 3.1”.

Consequência para o JsonCacheProxyManager

Se hoje ele implementa/faz bridge:

text
Spring Cache IgniteClientSpringCacheManager ClientCache

não tens uma troca oficial pronta em Ignite 3.1.

Terás de implementar algo deste género:

text
Spring Cache API teu CacheManager / Cache IgniteClient Table + KeyValueView

Portanto:

JsonCacheProxyManager → REIMAGINE.

Não significa necessariamente muito código: um adapter org.springframework.cache.Cache sobre uma KeyValueView pode ser relativamente pequeno. Mas já não é uma dependência oficial que trocas no pom.xml.


5. O que é que @QuerySqlField virou?

A resposta é: @QuerySqlField desapareceu.

Não virou:

java
org.apache.ignite.lang.query.annotations.QuerySqlField

Essa hipótese está errada.

O @QuerySqlField pertence ao modelo Ignite 2:

java
org.apache.ignite.cache.query.annotations.QuerySqlField

onde um POJO armazenado numa cache precisava de indicar ao SQL quais os fields visíveis/indexados. (Apache Ignite)

Em Ignite 3, SQL opera sobre tables com schema explícito. Portanto, se criaste:

sql
CREATE TABLE FX_RATE ( ID BIGINT PRIMARY KEY, SYMBOL VARCHAR, RATE DECIMAL );

ID, SYMBOL e RATE são automaticamente colunas SQL. Não precisas de marcar cada field com @QuerySqlField.

Para schema/mapping Java, a nova package é:

java
org.apache.ignite.catalog.annotations

com:

Ignite 3 annotationFunção
@Tabledefine table
@Columnmapeia/configura coluna
@Idprimary key
@Indexíndice
@ColumnRefcoluna utilizada por índices/colocation
@Zonedistribution zone

São exatamente as annotations presentes na Javadoc 3.1. (Apache Ignite)

Por exemplo, isto em 2.x:

java
public class FxRate { @QuerySqlField(index = true) private String symbol; @QuerySqlField private BigDecimal rate; }

conceptualmente pode virar:

java
@Table( value = "FX_RATE", indexes = { @Index( value = "IX_FX_RATE_SYMBOL", columns = @ColumnRef("SYMBOL") ) } ) public class FxRate { @Id private Long id; @Column("SYMBOL") private String symbol; @Column("RATE") private BigDecimal rate; }

O Ignite 3.1 usa estas annotations tanto para schema como para mapping; Mapper.builder(...).automap() consegue ler @Column. (Apache Ignite)

Assim, a regra de migração é essencialmente:

text
@QuerySqlField REMOVER

Se tinha apenas:

java
@QuerySqlField

normalmente desaparece, porque a coluna já existe no schema da table.

Se tinha:

java
@QuerySqlField(index = true)

tens de preservar a intenção através de:

java
@Index(...)

ou:

sql
CREATE INDEX ...

Portanto eu marcaria globalmente REIMAGINE, embora muitas annotations individuais sejam simplesmente REMOVER.


Tabela final para a tua análise de migração

Ignite 2 / código atualIgnite 3.1Decisão
IgniteSpringBeanIgniteClient beanTROCA DIRECTA
IgniteConfiguration no clienteIgniteClient.builder()TROCA DIRECTA
Discovery/Communication/etc. SPIs no clientenadaREMOVER
ClientCache / IgniteCacheTable + KeyValueView/RecordViewREIMAGINE
cache.get/putKeyValueView.get/putTROCA DIRECTA depois de remodelar para table
cache.lock(key)read-write transactionREIMAGINE
compute().call(...)compute().execute(...)TROCA DIRECTA
events()channels + sinks/loggingREIMAGINE
services()sem equivalente; possivelmente ComputeREIMAGINE
semaphore()sem equivalenteREIMAGINE
cluster().nodes()cluster().nodes()TROCA DIRECTA
getOrCreateCache()catalog().createTable() / CREATE TABLE IF NOT EXISTSREIMAGINE
SpringCacheManagersem implementação Ignite 3.1REIMAGINE
Spring Boot → IgniteClient beanspring-boot-starter-ignite-client:3.1.0TROCA DIRECTA
@QuerySqlField simplesschema/table columnREMOVER
@QuerySqlField(index=true)@Index / CREATE INDEXTROCA DIRECTA/REIMAGINE

A conclusão arquitetural mais importante é esta: não estás a migrar “Ignite 2 cache API → Ignite 3 cache API”. Não existe essa cache API. Estás a migrar de um Data Grid/cache-first para um modelo schema/table-first. É isso que explica porque os SPIs, ClientCache, services, semaphores, @QuerySqlField e Spring Cache deixam de ter substituições 1:1. (Apache Ignite)

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